• Jade Martins

DESTINATION WEDDING: o que é? que local escolher? pode levar convidados? saiba tudo!


Em seu Destination Wedding, as noivas Luísa e Jamille escolheram a igreja submersa de Petrolândia como cenário da cerimônia. Fotos: Roberta Moura

Feliz ano novo, pessoal! Que coisa boa estar aqui escrevendo para vocês no começo deste ano, com as energias renovadas, e justamente para trazer um tema que combina bem com o verão, com praia, com festa: Destination Wedding. Escolhi contar a história de um casal muuuito especial para falar do Destination Wedding, que é quando o casal escolhe um destino especial e especifico, fora do seu local de origem, para realizar a cerimônia do casamento ou da renovação de votos. Para mostrar um pouquinho deste tipo de enlace, escolhi a história de Luísa e Jamille, que se casaram em Petrolândia, no Vale do São Francisco. Obs: todas as fotos dessa postagem foram feitas pela maravilhosa fotógrafa Roberta Moura

Luísa e Jamille me contrataram para tocar no casamento delas ainda em 2020. A ideia de tocar no Rio São Francisco fascinou não só a mim, mas a toda equipe contratada. Partimos para a etapa de planejamento de estadia e deslocamento e fizemos de tudo para vivermos a experiência inédita de realizar um casamento na Ilha de Rarrá. Pois é: a bordo de um catamarã, realizamos o primeiro casamento na ilha, ou mais especificamente, na frente da Igreja Submersa do Sagrado Coração de Jesus.


A energia do lugar e a conexão das noivas emocionou a todos, sem exceção. Foi um dos casamentos mais marcantes da minha carreira e lembro como se fosse agora que as cordas do meu violino afrouxaram por diversas vezes durante esta cerimônia, algo que nunca tinha ocorrido antes. Neste Destination Wedding, a ligação das noivas com o local escolhido foi algo que marcou bastante. Luísa e Jamille são da cidade de Serra Talhada, que fica no interior de Pernambuco, e se conheceram enquanto passavam um tempo no Recife para estudar. Petrolândia era o refúgio do amor delas, onde as duas costumavam passar finais de semana juntas.

Como tinham bastante coisa para organizar, as noivas deixaram o repertório por minha conta, escolhendo apenas a música de entrada delas: Porque te amo, do duo AnaVitória foi a escolhida. Já no momento em que a celebrante contou a história das duas, toquei a música Trevo, das mesmas cantoras da primeira música. Teve ainda “All of me”, de John Legend, na hora do ritual do vinho, “Chasing Cars”, de Snow Patrol, para os votos, “Só posso dizer”, de Nando Reis, para as assinaturas, e “A Thousand Years” para a saída delas.

Agora contando um pouquinho dos bastidores deste casamento, preciso dizer que a celebração aconteceu no dia 12 de agosto, mas nós (violinista, celebrante e captação de vídeo) saímos de Maracaípe no dia 11, e passamos o dia inteeeiro viajando. A outra metade da equipe (decoração, bolo e fotografia) era da terra natal das noivas, Serra Talhada. Já na hora do casório, levamos de 20 a 25 minutos no catamarã para chegar no ponto final, a belíssima ruína da igreja submersa. Por fim, foi a minha estreia como violinista equilibrista, porque foi uma experiência de equilíbrio e tanto tocar no balanço do catamarã (risos).

Como se não bastasse o cenário por si só, o pôr-do-sol chegou para dar o toque perfeito final

As fotos encantam, não é? Viver este casamento, então, foi incrível. Nunca imaginei que fosse tocar na frente da igreja submersa que só via por fotos. Foi muito emocionante! Queria destacar aqui a energia das noivinhas, que foram super parceiras e ainda nos convidaram para a recepção. Este foi o meu primeiro casamento entre duas mulheres e eu fiquei bastante emocionada e feliz em participar deste dia tão especial para elas. Em breve eu retorno com mais dicas sobre Destination Wedding por aqui. Por enquanto, querendo me convidar para o seu evento, é só me chamar por aqui, no site, ou pelo meu Instagram @JadeMartinsViolino .





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